Bateria

O curso de bateria da Studio Meyer Escola de Música tem como objetivo desenvolver no aluno um amplo desenvolvimento musical, além do universo rítmico da bateria, onde o aluno também estudará as características melódicas e harmonicas de cada música. Desde as primeiras aulas, o aluno já recebe os primeiros exercícios para o desenvolvimento de sua coordenação motora, sendo capaz, já na primeira aula, de executar certos padrões rítmicos ao instrumento. O curso possui material didático personalizado, com dados históricos sobre o instrumento e padrões rítmicos dos principais generos da Música Popular – Rock, Funk, Jazz, Samba, Bossa Nova, etc. Além desse material, é utilizada durante as aulas, uma ampla bibliografia especializada. A escola disponibiliza o instrumento para a aula e prática individual, não sendo necessário que o aluno tenha o instrumento no início do curso.

Obs. Todos os cursos possuem aulas complementares de Prática de Conjunto, Teoria Musical, Percussão em Grupo, Canto em Grupo e Harmonia.

Baixo Elétrico

Instrumento integrante da seção rítmica ou popularmente conhecida como “cozinha” de um grupo musical, o baixo elétrico é o instrumento responsável pelo suporte harmonico e rítmico da banda, podendo também atuar como solista. O curso de baixo naSTUDIO MEYER Escola de Música proporciona ao aluno uma ampla formação musical e técnica deste instrumento, onde o aluno entrará em contato com os principais generos da Música Popular, como o Rock, Jazz, Funk, Bossa Nova, Samba, Reggae, etc., além de estudar as principais técnicas dos grandes nomes do baixo elétrico mundial. Possui material didático personalizado, além de abordar uma ampla bibliografia especializada.

 

Obs. Todos os cursos possuem aulas complementares de Prática de Conjunto, Teoria Musical, Percussão em Grupo, Canto em Grupo e Harmonia.

Guitarra

O Curso de Guitarra da Studio Meyer Escola de Música busca oferecer aos alunos uma ampla formação musical e técnica deste instrumento, afim de satisfazer os anseios musicais de cada aluno e prepará-lo para atuar como músico profissional no mercado musical. As aulas possuem material didático personalizado, além de uma ampla bibliografia especializada. Durante o curso, são abordados os principais generos da Música Popular – Rock, Blues, Funk, Jazz, Bossa Nova, Samba, Reggae, etc.

Obs. Todos os cursos possuem aulas complementares de Prática de Conjunto, Teoria Musical, Percussão em Grupo, Canto em Grupo e Harmonia.

Programa do Curso:

1. Técnica:

Exercícios técnicos para mão esquerda;
Exercícios técnicos para mão direita;
Exercícios técnicos para palhetada;
Técnicas específicas para cada estilo musical.

2. Leitura:

Treinamento de leitura rítmica e melódica nas diversas posições do braço da Guitarra;
Leitura melódica de peças do repertório Standard da Música Popular.

 

3. Harmonia:

Formação de acordes;
Estudo de Cadencias;
Análise Harmonica;
Rearmonização;
Comping;
Arranjo para Guitarra Solo;
Estrurutras Harmonicas Tradicionais ( Contrafcts ).

 

4. Improvisação:

Formação de escalas e arpejos, e sua aplicação sobre os acordes;
Transcrição de solos e frases;
Análise de improvisos;
Estudo da linguagem para improvisação de acordo com o estilo musical abordado;
Improvisação usando a escala bebop;
Estudo das características de improvisação dos principais guitarristas de cada estilo musical estudado.

 

5. Ritmo:

Características rítmicas, harmonicas e melódicas dos principais generos de Música Popular;
Padrões de acompanhamento;
Estudo de repertório.

Violão

O curso de violão na Studio Meyer – Escola de Música, procura abranger as mais diversas possibilidades de atuação musical deste instrumento, seja na área da Música Popular e/ou na área da Música Erudita. As aulas são elaboradas para que o aluno desenvolva  a capacidade de atuar como músico acompanhante, seja em pequenas formações ou em grandes grupos musicais, assim como prepará-lo para atuar como solista, onde o aluno tem a possibilidade de criar seus próprios arranjos de acordo com suas preferencias musicais. Além de possuir material didático personalizado, o curso também faz uso de uma bibliografia especializada, possibilitando ao aluno um amplo desenvolvimento musical.

Obs. Todos os cursos possuem aulas complementares de Prática de Conjunto, Teoria Musical, Percussão em Grupo, Canto em Grupo e Harmonia.

Programa do Curso:

  • Postura;
  • Técnica de mão esquerda;
  • Técnica de mão direita;
  • Vocabulário de Acordes e Cifragem;
  • Leitura musical;
  • Abordagem dos principais estilos musicais (Jazz, Rock, Pop, MPB, Música Erudita);
  • Arranjo;
  • Harmonia;
  • Improvisação;
  • Repertório.

Percussão

No curso de Percussão da Studio Meyer Escola de Música, o aluno escolhe o instrumento que irá iniciar o curso. Desde cedo aprende os principais padrões rítmicos de diversos generos musicais, acompanhado por play-back ou percussão solo. O curso também abrange todos os aspectos musicais do repertório, como melodia e harmonia. Dentre os instrumentos disponíveis no curso, encontram-se: surdo, pandeiro, cuíca, tamborim, tan-tan, rebolo, agogô, reco-reco, ganzá, triângulo, afoché, zabumba, berimbau, alfaia, timbau, caixa, repinique, tumbadora, bongô, guiro, clave, cowbel, xequerê, maracá, timbales, djembe, vaso, tambores, derbak, bloco sonoro, talk-drum entre outros. As aulas abrangem os seguintes ritmos: tumbao, samba, bolero, afoxé, maculelê, mambo, salsa, cha-cha-cha, partido-alto, afro-samba, bumba-meu-boi, maracatu, tambor de criola, jongo, guajira, e guaguancô entre outros. O curso possui material didático personalizado.

Obs. Todos os cursos possuem aulas complementares de Prática de Conjunto, Teoria Musical, Percussão em Grupo, Canto em Grupo e Harmonia.

Canto

O curso de canto da Studio Meyer Escola de Música tem como objetivo aliar a técnica vocal, a expressão corporal e o trabaho de interpretação ao repertório.Dessa forma tanto os aspectos técnicos quanto os emocionais serão trabalhados. Afinal o cantor além da qualidade vocal precisa desenvolver sua musicalidade. A escolha do repertório leva em conta o grau de dificuldade da música e a preferencia do aluno, podendo variar desde clássicos da Música Popular Brasileira até árias de Óperas. É também neste momento que o aluno desenvolve seu estilo de imterpretação.

Obs. Todos os cursos possuem aulas complementares de Prática de Conjunto, Teoria Musical, Percussão em Grupo, Canto em Grupo e Harmonia.

Programa do Curso:

As aulas serão divididas em 3 partes:

1º parte – trabalhada a respiração, a postura o relaxamento e toda a parte corporal.

2º parte – será de trabalho técnico, onde fazemos vibrações com os lábios e lingua, vocalises. Fazemos exercícios para resolver eventuais problemas de afinação. Trabalhamos articulação, ressonancia e presiação do som etc.

3º parte – onde aplicamos o que foi trabalhado nas outras 2 partes através da execução do repertório.

SAXOFONE

Ao contrário da de muitos dos modos de instrumentos tradicionais, que para chegar ao seus formatos atuais foram evoluídos de instrumentos mais antigos, dos quais muitas vezes não se conhece o inventor, o saxofone foi um instrumento deliberadamente inventado. Seu inventor foi o belga Antonie Joseph Sax, mais conhecido pela alcunha de Adolphe Sax. Filho de um fabricante de instrumentos musicais, Adolphe Sax aos 25 anos foi morar em Paris, onde começou a trabalhar no projeto de novos instrumentos. Ao adaptar uma boquilha semelhante à do clarinete a um oficleide, Sax teve a ideia de criar o saxofone. A data exata da criação do instrumento foi em 28 de junho de 1840.

Ao longo do tempo, diversas modificações foram feitas, como a chave de registro automática, introduzida no início do século XX em substituição às duas chaves de registro que deveriam ser alternadas manualmente pelo instrumentista. Entretanto, as características gerais do instrumento permanecem as mesmas dos originais criados por Adolphe Sax.

FLAUTA TRANSVERSAL

flauta transversal, por vezes chamada de flauta transversa ou simplesmente de flauta, é um aerofone da família das madeiras. É um instrumento não palhetado, possuindo um orifício por onde o instrumentista sopra perpendicularmente ao sentido do instrumento.

Apesar de atualmente ser fabricada em metal, em sua origem, ela era é de madeira. Por esta razão, até hoje, a flauta transversal é classificada nas orquestras como um instrumento pertencente ao grupo das madeiras.

A extensão normal (registro) da flauta é de três oitavas, do Dó4 (Dó central no piano) ao Dó7, mas flautistas experientes podem chegar até o Ré7 (em alguns casos até mesmo ao Dó8). Algumas flautas modernas permitem também emitir o Si2.

Há também outros tipos de flauta transversal, como o piccolo, cujo registro começa uma oitava acima da flauta transversal comum, a flauta baixo, cujo registro começa uma oitava abaixo da flauta transversal comum, e a flauta alto, que começa em Sol3. Há também as flautas de bambu e madeira, conhecidas por pífaro, bansurí, quena entre outros, mudando de acordo com o país e às vezes mudando o esquema de notas e a embocadura, muito usado na música tradicional de diversos países, cujo registro pode variar muito conforme a tradição cultural considerada. Às vezes a flauta de bambu e madeira é usada como aprendizado para transversal, porém sua sonoridade é diferente da transversal e com menos notas.

FLAUTA DOCE

 

flauta doce ou flauta de bisel é um instrumento musical, mais precisamente um aerofone de aresta.

A origem deste instrumento está nos antigos instrumentos folclóricos que ainda podem ser encontrados em diversas partes da Europa hoje, como o Czakan na Hungria (6 furos) ou a flauta dupla da antiga Iugoslávia. Muitos destes instrumentos eram feitos de tubos de bambu ou cana naturais, enquanto a flauta doce era um instrumento torneado emmadeira. Foi o instrumento musical mais popular na Idade Média. Ela produz um som melodioso. Como todo instrumento musical, para ser tocado é necessário estudos das técnicas. É o mais antigo dos instrumentos da família de tubo interno. Consiste em um tubo, com buracos para sete dedos e um buraco para o dedo polegar que serve como abertura de oitava. Talvez a ilustração mais antiga e incomparável seja a de uma flauta doce que está no “The Mocking of Jesus” (posterior a 1315), um afresco da Igreja de Staro Nagoricvino na Iugoslávia. Existem várias ilustrações de tubos parecidos que podem ou não serem flautas que antecedem este exemplar.

UKULELE

O ukulele tem sua origem no século XIX tendo como ancestrais o braguinha ou machete e o rajão, instrumentos levados pelos madeirenses, nomeadamente João Fernandes, quando estes emigraram para o Havaí para trabalhar no cultivo da cana-de-açúcar naquelas ilhas. Ukulele, no idioma havaiano quer dizer, dentre as interpretações possíveis, “pulga saltitante”, por causa do movimento das mãos de quem o toca. Na interpretação da rainha Liliuokalani’, o nome significa “presente de longe”, numa referência às origens do instrumentos. Além de ser utilizado na música tradicional havaiana, o ukulele foi bastante utilizado na música popular americana. No pré-Segunda Guerra Mundial, foi utilizado por músicos de vaudeville como Roy Smeck e Cliff Edwards. Por ser portátil e relativamente barato, foi muito popular entre jovens músicos amadores durante a década de 1920, evidenciado pela impressão de diagramas de acorde para o instrumento nas partituras de música popular publicadas na época. No pós-Guerra, Mario Maccaferri produziu em larga escala ukuleles de baixo custo feitos inteiramente de plástico. Muito da sua popularidade foi cultivada pelo apresentador de TV e cantor Arthur Godfrey. Tiny Tim também se tornou um ícone do ukulele ao se apresentar com “Tiptoe Through the Tulips”. O interesse no ukulele caiu até meados dos anos 90, quando sua popularidade voltou a crescer. O conjunto Ukulele Orchestra of Great Britain, formado no final dos anos 80, faz versões de músicas pop no ukulele. O músico havaiano Israel Kamakawiwo’ole também ajudou a popularizar o instrumento, especialmente com seu pout-pourri de Over the Rainbow e What a wonderful world. George Harrison era um grande apreciador do ukulele, especialmente da sua variedade banjolele, e o utilizou nas gravações de algumas faixas do seu último disco, Brainwashed. Paul McCartney, que utilizou o ukulele na música Ram On, e hoje em seus shows homenageia George Harrison com uma performance de Somethingno seu Gibson tamanho tenor.